Desde a chegada da nova geração de consoles em 2020, uma questão gerou bastante debate: o aumento do preço dos jogos de US$ 60 para US$ 70. No entanto, para Michael Douse, diretor de publicação na Larian Studios e conhecido como Cromwelp no Twitter, esse valor ainda é insuficiente. Antes de tirar conclusões precipitadas, é importante considerar os argumentos apresentados por Douse.
Jogos estão subvalorizados, diz desenvolvedor de Baldur’s Gate 3
Michael Douse argumenta que os jogos estão sendo vendidos por preços abaixo de seus custos de produção. Segundo ele, enquanto os custos de desenvolvimento, impulsionados pela inflação e outros fatores, aumentaram significativamente nos últimos anos, o preço dos jogos nas prateleiras não acompanhou essa tendência.
Douse comentou: “Quase todos os jogos deveriam custar mais no nível básico porque o custo de produzi-los (inflação, por exemplo) está superando as tendências de preços. Mas não acho que vamos chegar lá com promessas de DLC, e sim com qualidade e comunicação. Todo mundo só está esperando o GTA6 para fazer isso, rs.”
A discussão começou em torno do valor cobrado por Star Wars Outlaws, que custa US$ 70 na versão base, mas apresenta preços muito mais altos nas edições Deluxe e Ultimate. Para Douse, essa é uma forma de precificação artificial, que infla o valor das edições com conteúdo extra, tornando o preço da versão base mais atraente em comparação.
Ele critica essa “artificialidade” e defende que os jogos deveriam ser precificados com base em sua qualidade, profundidade e escopo. Além disso, Douse acredita que o preço dos jogos deveria variar conforme o caso, e sugere que GTA 6 pode ser o jogo que mudará esse padrão, estabelecendo um novo patamar de preços que outras empresas podem seguir.
E você, o que acha dos argumentos de Michael Douse? Acredita que alguns jogos são realmente caros demais, enquanto outros estão subvalorizados?
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