Bem, sei que posso ser bastante questionado sobre algumas coisas que falarei aqui, mas acredito que não seja para tanto… espero, amo vocês!
Vou expressar em palavras algumas ideias e vontades que tenho como fã e jogador de três franquias específicas: Assassin’s Creed, God of War e Pokémon.
God of War
Atenção: haverá spoilers de God of War: Ragnarok.
Sei que Kratos provavelmente é o personagem mais famoso e importante da Sony e que provavelmente está no top 10 dos mais icônicos dos games. Mas talvez seja hora de expandir esse universo tão rico em possibilidades, graças ao que foi apresentado e revelado na última saga nórdica.
Com a conclusão das sagas nórdicas e grega, eu acredito que é a hora de deixar Kratos descansar. A lore deste universo é incrível, ainda mais pelas revelações dadas por Tyr, onde ele afirma ter viajado para outras mitologias e confraternizado com elas.
Com isso, abre-se um leque de possibilidades gigantesco, simplesmente por ter praticamente toda a mitologia conhecida como base para novas histórias e protagonistas. Então, poderíamos ter novas sagas se passando na mitologia maia, asteca, chinesa ou até mesmo “voltarmos” para a egípcia, já que Kratos já passou por lá antes de ir para a Nórdica. Realmente fico empolgado pelo fato de usar outras mitologias aos padrões mecânicos e narrativos estabelecidos até aqui.

Assassin’s Creed
Bem, tenho alguns amigos que ainda cometem a loucura de comprar todos os Assassin’s Creed no lançamento, e a opinião deles é unânime em relação à franquia: está saturada e precisa ser reformulada de um jeito ou de outro.
Então, tentarei somente contar o consenso a que chegamos sobre as nossas ideais e possibilidades para restaurar essa franquia:
- Primeiramente, um reboot. Mas desta vez, mostrando o início de cada ordem, tanto dos assassinos quanto dos templários, sem preto e branco, como vem sendo mostrado na franquia. Sempre com os templários como vilões e os assassinos como heróis, salvo o Assassin’s Creed: Rogue (mas aí, a Ubisoft finge que não existiu). Com isso, mostrar que nem sempre foram inimigos e como teria sido o primeiro contato entre eles.
- A diferença desta vez é que, a cada novo protagonista ou período, teríamos uma trilogia. Por exemplo, uma trilogia que se passaria no Império Romano, com os mongóis, na China e no Japão feudal.
- Já que a Ubisoft ama reciclar muita coisa de um jogo para o outro, essa trilogia poderia ser feita com lançamentos anuais. Como mencionei antes, não teria heróis e vilões, e isso seria mostrado nos dois primeiros jogos de cada trilogia. Um jogo mostrando o ponto de vista dos assassinos e outro dos templários.
- Como seriam trilogias, os arcos seriam concluídos em um terceiro jogo, obviamente com um título diferente. Por exemplo, em 2026 teríamos Assassin’s Creed X, em 2027 teríamos Order of the Templars X e em 2028 a conclusão dessa história.
Isso poderia ser um bom recurso para dar uma variada na jogabilidade, com os assassinos seguindo mais o stealth e o parkour, enquanto os templários seriam mais força bruta e nada discretos. Quanto à conclusão da trilogia, poderia ser como em The Last of Us 2, no sentido de contar dois pontos de vista que, em algum momento, se passam pelo mesmo mapa, claro, só que em momentos diferentes.
PS: particularmente eu detesto a base da lore de AC, todo lance com os Isus e Animus, mas isso só foi eu mesmo, o resto gosta.

Pokémon
Jogo essa franquia desde os meus sete anos, quando “Fire Red” e “Leaf Green” ainda eram os mais recentes. Confesso que, desde que a franquia abraçou o mundo semiaberto ou aberto como estilo de gameplay, ela perdeu bastante o diferencial que tinha para mim. Afinal, aquele design de níveis com “corredores”, backtracking e gráficos mais cartunescos eram os fatores que tornavam os jogos viciantes e imersivos para mim.
Agora, vamos à adição que eu gostaria que existisse:
Exploração Sazonal: Incorporar uma mecânica de exploração baseada nas estações do ano.
Duas Edições, Quatro Estações:
- Como geralmente são lançadas duas edições e as mudanças no mapa são “mínimas”, seria mais interessante alterá-lo como um todo.
- Usarei exemplos de titulos hipotéticos focados nisso, fazendo parte da lore. Teríamos duas edições distintas: uma ambientada no Outono e Inverno, e outra na Primavera e Verão. Cada edição teria seu próprio mapa, mas claro, compartilharia algumas coisas.

- Estações Dinâmicas:
- As estações mudariam ao longo do tempo, afetando o ambiente, a jogabilidade e as oportunidades de exploração. Por exemplo:
- Outono: Folhas caídas, árvores despidas e clima mais frio. Os jogadores poderiam explorar florestas densas e encontrar pokémons específicos.

- Inverno: Neve, lagos congelados e tempestades. Áreas anteriormente inacessíveis agora poderiam ser atravessadas no gelo. Uma caverna escondida atrás de um lago congelado no Inverno.

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- Primavera: Florescimento, chuvas e rios cheios. A vegetação se tornaria exuberante, novos pokemons apareceriam. Pelo degelo, poderia aumentar o uso da exploração aquática. Uma trilha de flores que só aparece na Primavera.

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- Verão: Calor intenso, praias e desertos. Os jogadores poderiam explorar cavernas secas e encontrar mais pokémons adaptados a essas essas características
. Uma praia secreta que só é revelada no Verão.
- Verão: Calor intenso, praias e desertos. Os jogadores poderiam explorar cavernas secas e encontrar mais pokémons adaptados a essas essas características
Lore e História:
Como dito, isso poderia agregar muito a franquia, principalmente pelo fato das edições, ter mais diferenças na gameplay, além de só possuir alguns pokemons distintos ou pequenas mudanças no mapa. A diferença entre as edições poderia ser explicada pela história do jogo, como foi feito em Scarlet and Violet . Em resumo, a mecânica de exploração sazonal adicionaria profundidade e variedade à franquia.

